O pai da internet

placa virtual, em paint brush

Duas experiências recentes gostaria de dividir aqui. Com uso do google maps e câmera de celular,  acabei mais um relatório sobre ciclovias. A proposta de sinalização para o Anel Cicloviário, que vai entrar em orçamento na Sec. de Meio Ambiente.

Sinalização Anel

E fiz uns sites de Wix,  plataforma de criar sites semelhante ao WordPress, mas toda em flash, com muito mais recursos. Acho que vai tirar muita gente do ramo, porque vai colocar o poder nas mãos do cliente de internet pequeno e médio.

Surto Criativo               Pode acessar em tablet e celular

MPT                                  Pode ser vista dentro do Facebook

Enfim, queria agradecer a tanta gente, mas vou ficar com o agradecimento ao Pai da Internet,  como a conhecemos hoje.  Porque é difícil imaginar, mesmo prá mim, como seria minha vida hoje sem essa traquitana.  Eu seria um molusco.

A Rede nasceu do medo, chamava-se ArpaNet, em 1960,  servia para comunicar bases militares americanas nos EUA sem um centro. Se os russos atacassem uma, toda a informação delas passava a outra, até que a última sumisse.

Os Russos nunca atacaram, chegaram bem perto, colocando mísseis nucleares em Cuba, os dez dias que abalaram o mundo. Em 70, a ArpaNet caiu no gosto das Universidades para trocar textos. Quando cresceu muito, deu-se um nó que foi resolvido quase inteiramente por um sujeito só. O Pai da Internet.

A Internet tinha uns 10 milhões de usuários, em 89, nestas universidades e instituições que prestavam serviços ao Pentágono.  Quando Tim Lee criou os protocolos TCP, reuniu com hipertexto e colocou um endereço ( http://info.cern.ch/ ) ele abriu a porta chamada WWW. E abriu mão de direitos autorais, que o tornariam mais rico que o Bill Gates.  Nos quatro anos seguintes, pulou para 600 milhões de usuários. Hoje são 1,4 bilhão e contando.

Sir Timothy John Berners-Lee, Nobel e Millenium de Tecnologia.

Nunca uma ferramenta foi tão útil e desejada. Nem martelo, nem arma.  Toda essa cultura da bicicleta, da música indie e tantas outras manifestações que crescem da união das pessoas não tem outra razão de ser. A mídia convencional continua fazendo o papel de Cassandra, alertando para os riscos, etc…Porque não alertam para as possibilidades ? Porque o patrão não deixa.

Internet tem pai, mas não tem patrão.

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