Foi uma viagem de superação da falta de cuidado com roteiro. E foi também a viagem com melhor objetivo. Participar de um evento nacional de cicloturistas, em Itaipuaçú, que está numa pagina ao lado, para ficar.
U-Biker , na pressa, testou o roteiro do Google Maps, de A até o B. Pegou o caminho menor sem ver a altimetria. Das Barcas de Niterói àquela localidade distante nas praias oceânicas a 24 km do centro de Nic. Sem saber o que era Serra da Tiririca.
Viajar pelas Barcas é sempre estimulante. No fim de semana é de graça, a bike, e tem ótimos roteiros em Niterói. Eu segui o mais óbvio, litoral, Ingá, Fróes, Icaraí, Charitas.
Descansado e alimentado, depois de São Francisco, vieram as subidas, moleza, método zen, apesar o tráfego pesado, para sábado de chuva. Há espaço suficiente, mas as descidas tem trilhas de areia perigosas para quem usa pouco freio e muita emoção.
Então fui até o fim de Itaipú, para descobrir a Serra da Tiririca. Uma pirambeira que tive que de empurrar a Marcela, carregada com baú, uns 800 metros. Uma hora e 20 min, com paradas de descanso. Zen, muito Zen.
Depois tem uma vista que recompensa até subir de costas. Toda a Orla de Maricá, até onde a vista alcança.
Em Itaipuaçu a organização social já é outra, urbano vira meio rural, periferia. A casa onde o Darwin passou, Fazenda Itaocaia, é a única atração local. Mas Dali partem roteiros para todos os locais vistos do alto da Tiririca.
A volta foi pela Rodovia Amaral Peixoto, na companhia dos mestres. Foi quando percebi, na minha pressa de pegar a barca, que ainda falta muito para ser cicloturista. Mesmo com quase mil km rodados, no velo5 que pifou na viagem.
- Tive que deixar os amigos, disparei dentro das normas, mas cheguei tarde do mesmo jeito às Barcas e peguei a Av. Brasil à noite. Paguei o karma de homem-sombra, lento e solitário, nas calçadas de uma avenida deserta até de bandidos e cachorros.
Vejam mais na página do 1º EcoBrasil de Cicloturismo.
UB




















Vamos começar tudo outra vez. U-Biker recebeu nova encomenda de realizar um evento pelo bem da causa das magrelas, irmãs em ferro e alumínio de Marcela, minha bike. Será dia 20 de setembro, domingão.
Quando conheci Ronildo Maia Leite foi uma supresa feliz, um texto com voz própria, contador de casos e criador de personagens, uma ilha tropical na página fria de opinião. Era a coluna Bom dia, Recife, seu pequeno feudo naquele latifúndio de papel e tinta que é o jornal. Isso foi 1990. Há séculos, portanto.
É a munganga, Camaradas !
8:30h
9:30h

Alarico Moura. E uma fã.
10:30h
11:30h